quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Se liga nas condições da sua praia



Grande parte da costa brasileira utiliza-se das praias como fonte para o turismo. E é claro, quanto mais preservada a praia maior sua procura.
Outra forma de definir o estado da praia é através da medição da qualidade de água do balneário.
As praias localizadas principalmente em áreas urbanas, podem receber uma quantidade ainda maior de esgotos sanitários, influenciando diretamente na avaliação da qualidade da praia.

A classificação é feita pela CONAMA n° 274/2000 que divide classes de balneabilidade nas seguintes categorias: excelente, muito boa, satisfatória e imprópria.
Para a avaliação é necessária a análise das amostras de água coletadas nas praias estudadas. A partir dessa amostra obtêm-se a densidade de coliformes termotolerantes (bactérias) na água.

A resolução da CONAMA Nº 274/00 prevê a seguinte classificação:
CATEGORIA LIMITE DE COLIFORME
(NMP/100 mL)
EXCELENTE PRÓPRIA Máximo de 250 em 80% das amostras
MUITO BOA PRÓPRIA Máximo de 500 em 80% das amostras
SATISFATÓRIA PRÓPRIA Máximo de 1000 em 80% das amostras
IMPRÓPRIA IMPRÓPRIA Acima de 1000 em mais 20% das amostras

O Google Earth disponibiliza os resultados de monitoramento de todas as praias da costa brasileira. Basta possuir o programa grátis instalado em seu computador.

Mais informações sobre a resolução da CONAMA nº 274/00 podem ser encontradas no site do Ministério do Meio Ambiente.

Conheça mais o que você deseja preservar!


























Começam as mudanças para 2011 em terras capixabas!


Boa notícia para os capixabas: o estado do Espírito Santo aumentou o número de municípios aptos a realizarem o licenciamento ambiental de atividades de impacto ambiental agora, com 11 cidades autorizadas!

Segundo a resolução do Consema N° 001/2010, para se tornarem gestores ambientais os municípios devem elaborar legislação voltada à proteção, conservação e melhoria do meio ambiente, ter estrutura física e operacional para fiscalizar e acompanhar os processos de licenciamento e possuir um órgão ambiental específico, entre outras medidas.

As cidades licenciadas são: Vitória, Colatina, Serra, Vargem Alta, Aracruz, Cachoeiro de Itapemirim, Muniz Freire, Guarapari, Itapemirim, Santa Tereza e Montanha!

Bom começo para o novo ano que vem por aí!

Fonte: Site do IEMA e SEAMA

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Auto-sustentável é Reduzir, Reutilizar e Reintegrar


Para quem está a fim de realmente rever as suas atitudes diárias e torná-las mais sustentáveis, a dica de hoje pode ajudar.


O blog da vez é o Autossustentável. Sua principal missão é mostrar como  pequenas atitudes diárias podem influenciar e impactar no meio ambiente. A lei é : reutilizar, reduzir e reintegrar.


Não tornar-se mais reponsável depois de lê-lo é praticamente impossível.
Por isso indico aqui a matéria "Consumo Consciente" , que é a base da auto sustentabilidade!
E lembre-se, você deve ser a mudança que deseja ver no mundo!

A dura coexistência do desenvolvimento e sustentabilidade. Vale?



A Vale é a maior mineradora do mundo e está presente em cinco continentes. No Espírito Santo ela é uma das maiores empregadoras do estado. Porém sua trajetória envolve muitas críticas ruins também e, essas, têm relação com o impacto da empresa no meio ambiente.

Na capital Vitória (ES) estima-se que a construção civil é a maior causa de poluição do ar, apesar disso, não podemos esquecer da parte deixada também pela companhia Vale.
Inúmeras vezes os noticiários locais divulgaram as consequências das partículas de minério que ficam em suspensão e são levadas pelo vento para a capital. Essas partículas recebem o nome de PM10 e PM2.5 e podem afetar a saúde da população causando, por exemplo, problemas respiratórios. Além disso, muitas casas próximas a empresa ficam com as marcas dessa poluição, observadas atravéz do pó preto que se forma nas mesmas.

Mediante tanta polêmica a Vale assinou um Termo de Compromisso Ambiental junto ao Ministério Público Estadual com o dever de se comprometer mais com o meio ambiente. Um ano após esse trato a companhia criou um sistema chamado Wind fence, que são telas grandes com a função de barrar as partículas de minério e carvão que ficam em suspensão. Esse sistema conta com uma estrutura de 20 metros instalada ao redor dos pátios de estocagem.
A previsão é que na cidade de Vitória (ES), sejam construídos 5 Wind fences sendo que até 2011 o sistema já esteja presente no pátio de estocagem de carvão. Até agora um já foi construído.

Segundo o jornal Folha Vitória, a vale também pretende implantar cinco precipitadores eletroestáticos no Porto de Tubarão (ES) e estes têm como função captar as partículas suspensas carregadas eletrostaticamente. Estima-se que cada precipitador eletroestático custe R$30 milhões, um preço baixo se comparado ao valor inestimável da saúde da população e do meio ambiente.

Nós moradores da ilha de Vitória, esperamos que as metas da companhia Vale não sejam maiores do que o respeito à natureza. Os projetos ambientais da empresa devem ser constantes visando aprimorar e aumentar seus valores sustentáveis que, hoje em dia, é essencial no mercado...
O desenvolvimento deve sim acontecer, mas deve coexistir junto a responsabilidade ambiental e social.


Vale, proteja nosso ambiente maior!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Repórter Eco


Dentre as tantas futilidades nos conteúdos da TV aberta, um canal se salva: a TV Cultura.
Quando criança assistia sempre aos desenhos da Cultura, excelêntes para o desenvolvimento de crianças... hoje porém, vejo o quão desvalorizado é esse canal.
Quem assite os seu programas pode concordar comigo: nosso país e população teria muito mais cultura e informação se todos canais fosse assim.
Mas, como nem sempre as coisas acontecem da nossa maneira, posso deixar pelo menos a minha dica:
para as pessoas que se importam com ecologia não deixem de assistir ao Repórter Eco, o primeiro telejornal a valorizar o nosso ambiente maior. A exibição ocorre no domingo às 18:00 e reprise nas sextas às 7:30. Além do mais você pode até enviar sua repotagem em vídeo para o canal. Acreditem, vale a pena assistir!

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Clichê, mas necessário!


Entra ano e sai ano e os problemas com a chuva são sempre os mesmos e, certas vezes parecem se agravar ainda mais com o tempo.
O tema é clichê e todo mundo coloca a culpa nos governantes...corruptos...e o resto vocês já sabem!
Porém esquecemos que os fenômenos de alagamento sofridos hoje são as consequências das ações de cada um de nós, que moramos em cidades urbanizadas.

Ambientes naturais têm tendência de escoar apenas de 10 a 20% de toda a água, ou seja, de 90 a 80% da água da chuva é absorvida pelo solo. Assim, quanto mais urbanizado o local, maior a faixa e solo encoberto, por isso o mesmo tem tendência de escoar praticamente 100% da água proveniente da chuva.
O tipo de solo também influencia na capacidade de absorção do ambiente. Enquanto a areia tem grande capacidade de absorção o contrário ocorre com a argila, que provoca alta taxa de escoamento supercial!

As consequências da alta de taxa de escoamento todos nós sabemos e vemos em noticiários: enchentes de rios, trombas d'água e prejuízos muitas vezes fatais para a população.

Precisamos porém nos conscientizar que a natureza é perfeita e não vingativa! Apenas sofremos as consequências dos nossos atos ao modificar um sistema que já estava em equilíbrio.
As soluções prováveis, ficam por conta dos nossos bons e honestos governantes...


Preserve nosso Ambiente Maior!

Você sabia que...


...O termo ecologia foi inventado por Haeckel em 1869 a partir das palavras oikos (casa) e logos (estudo).
Para divulgar o lançamento de seu estudo Haeckel publicou a obra "O campo de conhecimento concernente à economia da natureza".
Lembrando que ecologia é o "estudo da estrutura e função da natureza" (ODUM, 1977)